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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Urgente! Documentos oficiais mostram investigação que imputou a Marcelo Generoso crimes de falsidade ideológica, falsificação e estelionato. E vc também vai conhecer á história do ex-traficante “ CAGÁ DO SÃO FRANCISCO”

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Segundo promoção assinada pelo então promotor de Justiça Jorge Alberto Gomes Damasceno, o Ministério Público concluiu que já existiam elementos informativos para imputar ao investigado os crimes de falsificação de documento público e falsidade ideológica. Em relação ao suposto crime de estelionato, o MP entendeu que ainda era necessário localizar e ouvir possíveis vítimas que tivessem sofrido prejuízo financeiro com a aquisição das carteiras estudantis, razão pela qual determinou o retorno do inquérito à Polícia Civil para novas diligências.

Veja os documentos abaixo:

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Outro documento constante dos autos é o Auto de Qualificação e Interrogatório, lavrado pela Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) em 16 de abril de 2015. No depoimento, o gerente da RD de Souza Serigrafia ME (Gráfica Penyel) afirmou que a empresa confeccionava carteiras estudantis com logotipos da entidade estudantil investigada. Segundo o interrogatório, ele declarou que os pedidos eram feitos por Marcelo Generoso, que se apresentava como líder de movimento estudantil, e que não lhe foi apresentada documentação comprovando autorização para emitir os documentos. Também informou que eram confeccionadas, em média, três a quatro carteiras por mês e que a gráfica apenas executava o serviço solicitado pelo cliente.

O interrogado declarou ainda desconhecer que as carteiras produzidas não possuíam validade legal. Essas afirmações correspondem ao conteúdo do interrogatório policial e representam a versão prestada pelo depoente à autoridade policial.

O caso também chegou ao Tribunal de Justiça do Amazonas, onde consta o processo nº 0214119-11.2011.8.04.0001, tendo o Ministério Público como requerente e Marcelo Soares de Oliveira como requerido. O extrato processual registra movimentações, decisões interlocutórias e redistribuição do feito por determinação judicial.

Anos depois, o episódio voltou ao debate público após veículos de imprensa noticiarem que Marcelo Generoso teria sido condenado por estelionato em processo relacionado ao esquema de carteiras estudantis, com reconhecimento da prescrição da pena segundo essas publicações.

Por outro lado, Marcelo Generoso divulgou nota oficial contestando essas informações. Na manifestação pública, afirmou que nunca foi condenado por estelionato nem por falsificação de carteiras estudantis, classificou as notícias como falsas e anunciou a adoção de medidas judiciais contra os responsáveis pelas publicações.

Além desse histórico, Marcelo Generoso também foi alvo de outros processos públicos ao longo dos anos. Em 2017, foi condenado em primeira instância por divulgar pesquisa eleitoral sem registro, decisão posteriormente revertida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas, que o absolveu ao entender não estar configurado o crime de divulgação de pesquisa fraudulenta.

Mais recentemente, em 2026, foi divulgada sentença da Justiça do Amazonas em ação penal privada por crimes contra a honra movida pelo publicitário Durango Duarte, na qual houve condenação em primeiro grau, conforme os autos divulgados publicamente.

Os documentos oficiais demonstram que houve investigação policial, manifestação do Ministério Público e tramitação judicial envolvendo o caso das carteiras estudantis. Ao mesmo tempo, existem manifestações públicas do próprio Marcelo Generoso contestando as acusações e o alcance jurídico das decisões divulgadas. Assim, uma cobertura jornalística responsável deve apresentar tanto o conteúdo dos documentos oficiais quanto a posição da defesa e o estágio efetivo dos processos, distinguindo investigações, acusações, decisões de primeira instância e eventuais recursos.

Aqui começamos a história de Cago ex- traficante do bairro São Francisco que criou um blogueiro abandonado pela mãe: aguardem….

A GRANDE HISTÓRIA DO CAGÁ BECO MOSSORÓ

Conheça a História do ex-traficante Cago, do São Francisco em Manaus. Ele criou o monstro da fake news, o amargurado da comunicação

Nas sombras do bairro São Francisco, onde a poeira e o silêncio do Cafundó se encontravam logo atrás do prédio da Sefaz, desenhou-se uma história marcada pela dor e pela violência impronunciável.
O garoto não tinha ninguém por ele. Abandonado pela mãe ainda pequeno, foi deixado aos cuidados de um tio, crescendo em um ambiente desprovido de afeto ou proteção. Mas o verdadeiro pesadelo não morava sob o teto daquela casa; ele atendia pelo apelido de Cago.
Cago era uma figura temida na baixada. Ex-traficante que dominava a região com punho de ferro e um olhar frio, ele transformou a infância do jovem em um labirinto de abusos diários. Sob a sombra do medo, utilizando sua influência e a vulnerabilidade do garoto, Cago impôs traumas profundos que cicatrizaram de forma torta no corpo e na mente daquela criança indefesa.
Os anos passaram, o cenário do São Francisco mudou e Cago acabou ficando no passado, mas os fantasmas nunca abandonaram o jovem.
Em vez de encontrar um caminho de cura para as feridas da infância, o trauma do garoto se metamorfoseou em um desprezo crônico pela humanidade. Ele não aprendeu o significado de empatia; aprendeu apenas que o mundo era um lugar onde a dor podia ser usada como arma.
Hoje, longe das ruínas do Cafundó e escondido atrás da luz fria de uma tela de celular, ele encontrou seu novo território de domínio. O garoto traumatizado virou um adulto amargurado que dedica seus dias a tentar destruir a vida alheia. Fabricante compulsivo de fake news, ele espalha mentiras e assassina reputações com a mesma frieza sem piedade com que foi moldado no passado.
Na cabeça dele, arrastar os outros para o caos é a única maneira de equalizar a dor que um dia o ex-traficante Cago lhe causou.