25.3 C
Manaus
sábado, 21 de fevereiro de 2026

Urgente: Herdeiro da rádio Cidade, Ricardo Medeiros pode ser preso por financiar atos antidemocráticos em frente ao CMA

Manaus- A força tarefa da justiça federal que investiga os atos antidemocráticos em todo país, se direciona agora a Região Norte, com passagem pelo Pará, agora o próximo destino, segundo informações seria o Amazonas.

Na mira do MPF está o Herdeiro da Rádio Cidade o empresário Ricardo Malheiros, filho de Antônio Malheiros, dono da rádio Cidade, ele foi flagrado no supermercado Assaí, na capital amazonense, comprando mantimentos e colocando em um caminhão para que fossem levados ao acampamento ilegal e antidemocráticos em frente ao comando militar da Amazônia (CMA). Localizado na Avenida dos Expedicionários, 4715 – Ponta Negra onde o crime antidemocrático acontecia na em Manaus.

Com as provas em mãos, o MPF, mira em Ricardo. Ele que fazia apologia ao crime contra o estado de direita, postava em suas redes sociais vídeos, fotos dele no local do crime contra a democracia. logo após a determinação da justiça Federal de acabar com o acampamento no dia 9 de Janeiro de 2023, o herdeiro deletou seus perfis do Facebook, Instagram e Twitter. assinando assim o recibo de culpa.

As informações que temos com exclusividade, dão conta, que grupos de WhatsApp antidemocráticos em Manaus, indicam a participação de Medeiros. os grupos pregavam o ódio e incentivava fervorosamente a destruição do STF, Congresso nacional e negava o pleito das eleições de Outubro que cominou com a Vitória do Presidente Lula ( PT).

Vídeos e fotos mostrava Ricardo como um arauto apaixonado do Ex- Presidente Bolsonaro. agora Ricardo se esconde temendo o inevitável “ a prisão “ É parece que o leão virou um gatinho mansinho!

Ricardo Medeiros nos atos antidemocráticos em Manaus

O início e o fim dos Protestos em Manaus:

Os atos antidemocráticos iniciaram no dia 2 de novembro de 2022 logo após a derrota de Bolsonaro nas urnas de forma legal e democrático. Inconformados com o resultado vários apoiadores do ex- Presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiram acampar em frente ao CMA como forma de protesto por não aceitarem o resultado das eleições presidenciáveis que elegeram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como novo presidente eleito.

O protesto durou até 9 de Janeiro de 2023 mais de um mês, desde o início na época, a situação vinha sendo discutida na Justiça. A juíza Jaiza Fraxe, havia determinado, em 15 de novembro de 2022, que o Governo do AM, Prefeitura de Manaus e a União tomassem as medidas cabíveis para que irregularidades durante os atos fossem interrompidas.

Os manifestantes Cheios de ódio incomodavam os moradores próximos ao CMA, relatos apontam que, devido ao barulho, crianças autistas tiveram dificuldades para dormir, trazendo consequências a todas as famílias em torno.

A Investigação

O Ministério Público do Amazonas (MPF) abriu um procedimento para investigar os atos antidemocráticos em frente ao Comando Militar do AM (CMA). Na decisão, o órgão decidiu apurar os transtornos causados a população da área.

O ministro Alexandre de Moraes também decidiu mandar bloquear as contas bancarias de empresários bolsonaristas, já que todas as manifestações pelo país foram financiadas.

“A presença de fortes indícios de atuação para fornecer recursos para o alcance de objetivos escusos nos atos ocorridos durante toda manifestação uma conduta que podem configurar, em tese, os crimes […] É necessário, adequado e urgente o bloqueio das contas bancárias dos investigados, diante da possibilidade de utilização de recursos para o financiamento de atos ilícitos e antidemocráticos”, escreveu Moraes. Na época.

Apesar da decisão de Moraes, empresários bolsonaristas do AM continuam financiando o ato. Alimentos e mantimentos em geral são eram constantemente fornecidos para o ato. Mesmo com a decisão da juíza em retirar as pessoas do local, as mesmas ainda continuaram a se manifestar o resultado das eleições e pedindo por intervenção militar. Algo que não aconteceu.