
O Ministério Público do Amazonas (MP-AM), abriu um procedimento para apurar uma suposta prática de perseguição política, por parte do prefeito Edir Costa Castelo Branco (Republicanos), a um servidor da Prefeitura de Maraã.
De acordo com a denúncia feita ao MP-AM, um servidor concursado teria sido exonedado de um cargo comissionado, mas foi impedido pelo prefeito de retornar a sua função efetiva como agente de endemias. O homem teria tido seu acesso ao trabalho, bloqueado por determinação de superiores.
O MP-AM deu um prazo de 10 dias para que o prefeito Edir Castelo Branco responda sobre o caso, apresentando o documento da exoneração do cargo comissionado, documentação sobre o retorno do servidor ao cargo efetivo e sobre a supsota poribição de acesso ao local de trabalho.
Em caso de comprovação do fato, Edir Castelo Branco vai responder por improbidade administrativa, conforme manda a Lei.




