
Os vereadores de Manaus derrubaram em votação nesta segunda-feira (5), um requerimento que questionava o prefeito de Manaus David Almeida (Avante), sobre o caso de obrigar o servidor público municipal a aderir o Plano Manausmed/Hapvida, conforme denúncias feitas por parlamentares de oposição.
De acordo com denúncias de servidores municipais, a Prefeitura de Manaus tem obrigado os funcionários comissionados a aderirem ao Plano de Saúde dos Servidores Públicos Municipais de Manaus (Manausmed), para aumentar a renda da Hapvida, para quem o prefeito David Almeida teria privatizado a saúde do servidor.
Ainda de acordo com a denúncia, cada servidor é obrigado a ter descontado algo em torno de 4,5% de seu salário bruto, para a Hapvida, mesmo o servidor pagando outros planos de saúde e não optando pelo Manausmed.
O requerimento solicitado na Câmara Municipal de Manaus (CMM), seria para derrubar a adesão forçada de servidores municipais ao plano Manausmed/Hapvida.
O pedido foi rejeitado com 18 votos contra o requerimento, com 11 votos à favor e 10 ausências.
Votaram contra o requerimento os vereadores, Professor Samuel, Alan Campelo, Marcelo Serafim, Kennedy Marques, Sérgio Baré, Marco Castilho, João Paulo Janjão, Saimon Bessa, Roberto Sabino, Rodinei Ramos, Pai Amado, João Carlos, Eduardo Alfaia, Eduardo Assis, GIlmar Nascimento, Raulzinho e Joelson Silva.
Votaram à favor do requerimento que derrubava a exigência de adesão os vereadores Rodrigo Guedes, Paulo Tyrone, Ivo Neto, Rodrigo Sá, Thayssa Lippy, Sargento Salazar, Carpê Andrade, Coronel Rosses, Diego Afonso, José Ricardo e Raiff Matos.
Os vereadores de oposição devem ingressar no Ministério Público do Amazonas (MP-AM), com um pedido de abertura de inquérito, para investigar um possível crime de improbidade administrativa de David, sobre forçar servidores municipais a aderir ao plano de saúde Manausmed/Hapvida, para beneficiar uma empresa privada.


