25.3 C
Manaus
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Suspeito de matar cunhado policial em Manacapuru é preso em Manaus

O homem identificado como Leandro da Silva Cavalcante, 37, foi preso nessa quarta-feira (27), suspeito de matar o próprio cunhado e subtenente da Polícia Militar, Ademar Magalhães, em janeiro deste ano no município de Manacapuru.

O crime ocorreu no dia 02 de janeiro, por volta das 22:30h, no Bairro Lago Azul, em Manacapuru.

De acordo com investigações, a motivação teria sido uma desavença familiar entre suspeito e vítima.

Na ocasião do crime, um fato chamou a atenção da Polícia Civil, uma vez que Sub Magalhães, como era conhecido, chegou a abaixar o vidro do carro, o que indicava que ele conhecia o suspeito, e após abaixar o vidro, foi alvejado com pelo menos 4 tiros de pistola cal. 9mm.

“A partir dessas suspeitas e com o trabalho de investigação e inteligência, a gente chegou ao nome do suspeito preso hoje, foram seis meses de um trabalho intenso com várias oitivas e diligências não só em Manacapuru como em Manaus, o que conseguimos juntar uma vasta documentação probatória que apontam esse cunhado como o principal suspeito desse crime e que tudo teria sido motivado por desavença familiar”. Destacou Rodrigo Torres.

O suspeito foi preso no Bairro Novo Aleixo, em Manaus, na casa de Leandro, os policiais encontraram duas armas de fogo, uma delas, a pistola 9mm, supostamente a arma que foi utilizada no crime.

Ademar foi executado com 4 tiros de pistola na frente da esposa e do filho no momento em que chegava da igreja na casa onde morava no bairro Lago Azul. O crime foi motivado por desavenças familiares.

“A pistola 9mm foi localizada na residência do principal suspeito, pistola esta, com o mesmo calibre da que vitimou o Sub Magalhães, essa arma irá passar por perícia, e ainda temos outros elementos que comprovam o envolvimento do preso hoje, nesse crime, a gente conseguiu demonstrar que ele estava em Manacapuru na noite que o homicídio aconteceu, mesmo ele negando esse fato, de forma que a Polícia Civil do Amazonas não tem dúvidas da sua participação no crime”. Disse Torres