Silas Câmara o inimigo dos ribeirinhos e pescadores, saiba porque

Mostrando que não se importa com os ribeirinhos amazônicos e os pescadores que já sofrem tanto por conta da natureza, o candidato a deputado federal Silas Câmara (Republicanos), mantem seu apoio a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Usando de fake news muito famoso, onde o deputado afirmou que havia desbloqueado junto ao governo Bolsonaro, o seguro defeso referentes aos anos de 2015 e 2016, o que foi desmentido pela confederação nacional dos pescadores na época deixando Silas com fama de mentiroso.

O presidente Jair Bolsonaro, não fez nada a favor dos pescadores, quando foi procurado pela confederação nacional dos pescadores, ainda mais ao que se refere ao desbloqueio dos valores devidos a categoria.

Silas tentando surfar na vitória da confederação dos pescadores, que junto ao Superior Tribunal Federal (STF) o desbloqueio do seguro defeso. Por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5447 e da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 389, a Justiça deu ganho de causa aos trabalhadores da pesca.

Republicanos não deve seguir com Bolsonaro

O presidente do Republicanos, partido de Silas, o senador Marcos Pereira, já demostrou que o partido deve se afastar de Bolsonaro, por acreditar que o presidente deixou se levar pela sede de poder, inclusive assediando políticos ligados ao Republicanos, que foram se filiar ao partido do presidente.

Na contramão está o deputado Silas Câmara, que tende a seguir Bolsonaro até o fim, mas apenas para manter suas vantagens que foram conquistadas durante o período que foi líder da bancada evangélica.

No período em que Silas liderava a bancada evangélica na Câmara, o político amazonense foi o mais beneficiado com emendas parlamentares, oriundas do esquema do Ministério da Educação (MEC), posteriormente denunciada e que levou a queda do ministro Milton Ribeiro.

Silas foi um dos políticos que mais recebeu essa “bênção” do MEC, tendo repassados poucos valores a reforma e construção de escolas no interior do Amazonas, que hoje estão sendo investigadas pelo Ministério Público do Amazonas e pelo Tribunal de Contas do Amazonas.