
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investigou as fraudes ocorridas no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), apresentou um relatório que apontou indícios de movimentações financeiras suspeitas envolvendo o deputado federal Silas Câmara (Republicanos/AM), mas foi rejeitado em votação no Congresso Nacional, por 19 votos a 12 na última sexta-feira (27/03).
No relatório apresentado pela CPMI, foram identificados repasses superiores a R$ 300 mil, feitos por um dirigente de entidade investigada a empresas ligadas a familiares de Silas Câmara.
Ainda segundo o relatório, transparências financeiras sugerem a existência de um fluxo indireto de recursos envolvendo pessoas próximas ao deputado e pastor amazonense, sem explicações conclusivas.
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-DF), apontou a necessidade de aprofundamento da investigações, para a apuração dos valores repassados a familiares do deputado Silas Câmara.


