
A Polícia Civil de São Paulo sinalizou em entrevista coletiva, que é verdadeira a versão de que a modelo Priscila de Bairros tenha atirado seis vezes em delegado e em seguida cometido suicídio.
O caso ocorreu no apartamento de Paulo Bilynskyj, em São Paulo, após supostamente a modelo ter visto algumas mensagens no celular do delegado.
O delegado Alberto José Mesquita Alves, afirma que todos os resultados de análises e exames periciais colhidos na cena do crime e no corpo dos envolvidos ainda estão pendentes, com exceção de um: o exame residuográfico que acusou que Priscila tinha resíduos de pólvora nas mãos.
Paulo também realizou o exame no hospital após receber atendimento, mas até agora o laudo não saiu. O delegado destaca ainda que a limpeza feita no momento do socorro nas mãos de Bilynskyj, pode alterar o resultado.
Mesmo assim, os investigadores acreditam que desenrolar dos fatos descritos por Paulo “batem” com o que foi analisado até o momento e indicam que o delegado priorizou sua vida no dia do crime.
“Tudo leva a crer que o delegado estava mais preocupado em se salvar, sair dali rapidamente”, declara Mesquita.


