
O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Careiro da Várzea (município distante 25 quilômetros de Manaus), abriu um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades em um termo aditivo de contrato da prefeitura do município. A informação consta do Diário Oficial Eletrônico do MPAM, publicado na última sexta-feira (13).
De acordo com o documento, a investigação irá apurar irregularidades no contrato entre a prefeitura, sob o comando do prefeito Pedro Guedes (PSC), e a empresa Advisor Assessoria Empresarial Eirelli, CNPJ 30.190.353/0001-65, no contrato de nº 003/2021-PMCV.
A investigação acata uma manifestação encaminhada pelo vereador Eduardo Barbosa, onde ele relata supostas irregularidades no termo aditivo ao contrato. Barbosa levanta suspeita sobre o pagamento do termo aditivo que foi efetuado dia 28 de abril de 2021, mas a publicação só ocorreu no dia 2 de julho de 2021, ou seja, quase três meses depois, e pede apuração do caso.
A Procuradoria de Justiça de Careiro da Várzea afirma que enviou ofícios à Prefeitura de Careiro da Várzea/AM, solicitando o envio de cópia do procedimento que deu origem ao contrato, mas não obteve resposta dentro do prazo estabelecido.
Com a abertura do inquérito civil, o MPAM solicitou novamente da prefeitura de Careiro da Várzea a cópia do procedimento que deu origem ao contrato para apurar a denúncia do vereador. O processo foi instaurado na última terça-feira (10) e assinado pelo promotor de Justiça Roberto Nogueira.


