O Ministério da Infraestrutura, do capitão Tarcísio Gomes de Freitas, concluiu, no 1º semestre do ano, 39 entregas, sendo 36 obras inauguradas no período. Em valores, isso representa R$ 3,5 bilhões. O balanço foi apresentado nesta quinta-feira (02) durante videoconferência.


Tarcísio ressaltou que a Infraestrutura mostrou resultados positivos mesmo no período de pandemia de covid-19. Das 36 inaugurações de obras feitas, 23 se deram de março a junho. “Mesmo com a pandemia o planejamento se manteve firme”, disse.
O ministro afirmou que o mais importante foi a manutenção e o funcionamento da logística do abastecimento no país: “O presidente [Jair Bolsonaro] nos orientou a garantir sobretudo a logística. Talvez tenha que ser uma das grandes vitórias do período. Vitória silenciosa, mas bastante importante”.


Tarcísio disse que o governo federal garantiu o escoamento de Safra recorde, e que o país foi o único na crise a manter o superavit na balança comercial durante a pandemia da covid-19.


Sobre as obras, disse que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), fez quase 127 km de rodovias duplicadas, 88,5 km pavimentadas e 110,6 km de novas restaurações. Além disso, o Ministério entregou a nova sala de embarque do Aeroporto de Navegantes (SC); a reforma e ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (PR); os portos de pequeno porte em Parintins (AM), Coari (AM) e Turiaçu (MA), entre outras realizações.


Tarcísio disse ainda que o balanço semestral tem sido uma prática tradicional no Ministério da Infraestrutura e que representa o compromisso e o dever do governo federal em prestar contas, “que foi colocado desde o início pelo governo Jair Bolsonaro”, de acordo com ele.


O ministro afirmou que espera entregar 33 obras e realizar 14 leilões: 3 de concessões e 11 arrendamentos portuários no 2º semestre de 2020. Outras 2 renovações de concessão de ferrovias devem ser finalizadas de julho a dezembro.


A pasta trabalha para publicar mais 16 editais de ativos de infraestrutura prontos para irem a leilão, segundo ele.

Gazeta Brasil