
A investigação sobre supostamente o ex-prefeito Arthur Neto, de endividar o município de Manaus durante sua gestão, foi prorrogado pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM). O documento da prorrogação foi publicado nesta quinta-feira (14), no Diário Oficial do órgão.
O órgão de fiscalização busca concluir denúncias sobre o endividamento exacerbado de Manaus no período entre 2013 a 2020, e o promotor de justiça Timóteo de Almeida considerou o vencimento do prazo de tramitação do inquérito civil.
Segundo a denúncia feita ao MP-AM, Manaus em 2012 saiu de R$ 378,4 milhões para R$ 3,2 bilhões, em dívidas em 2020. O ex-prefeito Arthur Neto assumiu seu primeiro mandato em 2013 e deixou o comando da prefeitura em 2020.
“Diante do apurado até o momento, considera-se imprescindível à conclusão da investigação, a realização das diligências determinadas no Despacho n.º 126/2024/46PJ, de 17/09/2024”, cita o documento.
Procuramos a assessoria do ex-prefeito para responder sobre as acusações, mas não obtivemos respostas até o fim desta matéria.


