
O senador Eduardo Braga (MDB), deixou de ir à Suíça, onde participaria do LIDE Brazil Economic Forum, para antecipar sua campanha de reeleição ao Senado Federal pela o Amazonas.
Após ser derrotado nas eleições de 2022 pela disputa ao governo do Amazonas para Wilson Lima (UB), Braga se antecipou e deixou claro que vai tentar a reeleição em 2026, mesmo tendo alta rejeição do povo amazonense.

Inidiciado pela Polícia Federal junto com o colegas de partido e parlamento, senador Renan Calheiros (MDB-AL) e Romero Jucá (MDB-RR), Eduardo Braga teve de responder por crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva por favorecer empresa em 2015.
De acordo com a PF, Braga e Calheiros receberam propina para beneficiar a empresa farmacêutica Hypermarcas, atual Hypera Pharma, em um projeto de lei sobre incentivos fiscais a empresas do setor.

O caso envolvendo o pagamento de propina aos senadores, veio a tona em 2018, qunado a delação premiada do ex-diretor de relações institucionais da empresa Hypermarcas (Hypera Pharma), passou a ser aberta ao público, demonstrando o estrito relacionamento de membros do poder legislativo e empresas que pagavam para ter benefícios por meio de projetos de lei.
Por terem foro privilegiado, Eduardo Braga e Renan Calheiros, foram indiciados na Procuradoria-Geral da República (PGR), que repassou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), que acabou arquivando o processo em outubro de 2024.
Para melhorar sua imagem perante os eleitores amazonenses e buscar apoio para sua reeleição em 2026, Braga se reuniu com prefeitos do interior, sendo conversas com os prefeitos de Alvarães, Japurá, Tefé e São Paulo de Olivença, mostrando que mesmo sem o poderio político que tinha em outras eleições, vai tentar juntar os frangalhos de seu nome e tentar lutar para se manter no poder.



