EXCLUSIVO: Professora da Semed quebra vidraça da folha de pagamento após descontos em seu salário

O sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), denuncia a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e a Prefeitura de Manaus, por não pagar o 14º salário, abono e a gratificação dos professores e pedagogos da capital.

De acordo com relatos de professores da rede municipal de ensino, muitos profissionais estão abandonando as salas de aula por problemas de saúde mental. Ainda segundo as denúncias, a Prefeitura de Manaus não cumpriu o acordo com a categoria, sobre a revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), prometido pelo prefeito David Almeida (Avante) durante a campanha eleitoral.

O Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações criado em 2007 estaria defasado e precisando de ajustes para atender as demandas dos professores.

“Temos um plano defasado, caduco, e as intervenções já não satisfazem os anseios de profissionais importantes para o desenvolvimento da educação na sociedade. Estamos finalizando uma gestão municipal, que passa dos três anos de mandato, que garantiu e prometeu aos servidores da Semed que faria a revisão do Plano”, disse um membro do sindicato.

Um professora que foi conversar com uma gestora escolar, ouviu que não terão pagamentos de 14º salários e com raiva, acabou quebrando o vidro de um de uma das salas. A revolta com o prefeito David Almeida (Avante) é grande ente os professores e pedagogos.

Caso do afastamento:

A professora afastada foi reclamar na secretaria de educação municipal sobre o desconto no seu contra-cheque e não foi atendida por horas, e então gritou e surtou e quebrou a janela da Semed com um soco. segundo a vítima os professores são tratados com indiferença pelo secretário e diretoria e seus direitos subtraídos de forma imoral.

“Professores e profissionais da educação estão adoecendo e deixando seus postos de trabalho, por falta de tratamento psicológico que deveria ser dado pela Prefeitura de Manaus, mas não estão tendo, porque não estão colocando psicólogos nas escolas do município”. Entramos em contato com a Semed e até o fechamento dessa matéria não obtivemos respostas sobre o caso.