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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

De diretora do DETRAN-AM a indiciada pela polícia: DEAT conclui que Mônica Melo será indiciada por atropelamento fatal

A advogada Mônica Melo deverá ser indiciada pelo crime de homicídio culposo (quando não há intenção de matar) em decorrência do atropelamento que resultou na morte de Ângela Bulbol, 64 anos. A informação foi confirmada pelo delegado responsável pela investigação na Delegacia Especializada em Acidentes de Trânsito (DEAT).

Segundo a autoridade policial, o procedimento ainda está em fase de análise e aguarda a conclusão dos laudos de necropsia e da perícia técnica do acidente.

Dinâmica do caso

O atropelamento ocorreu na última sexta-feira (20), nas proximidades do condomínio Ephigênio Salles, em Manaus. A vítima caminhava pela via quando foi atingida por um veículo Mercedes-Benz prata conduzido por Mônica Melo.

Com o impacto, Ângela sofreu traumatismo cranioencefálico. Ela foi socorrida com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (21).

Atuação profissional

Mônica Melo é advogada e já ocupou cargo de direção no Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), órgão responsável pela fiscalização, regulamentação e execução das políticas de trânsito no estado.

A circunstância de a investigada ter exercido função ligada à gestão e fiscalização do trânsito chama atenção no caso, mas, até o momento, a apuração policial trata o episódio sob o enquadramento de homicídio culposo na direção de veículo automotor, conforme informado oficialmente pela autoridade responsável.

O inquérito segue em andamento e poderá sofrer alterações no enquadramento jurídico caso novos elementos técnicos sejam incorporados aos autos.