Por: Elson Santos 

MANAUS- Bastou uma chuva forte, ocorrida na última sexta-feira (27) em Manaus, para revelar a falência e calar a “metralhadora ambulante” dos discursos do prefeito Arthur Virgílio Neto de uma vez por todas.
 
O chefe do executivo municipal tem falado repetidas vezes que no seu governo a capital do Amazonas vive seu apogeu na infraestrutura e que, seu maior legado frente à prefeitura são quilômetros de drenagens e um trabalho subterrâneo nunca visto na história da capital. Arthur chegou a afirmar que nenhum prefeito fez o que ele está fazendo, e que Manaus agora estaria preparada para enfrentar o futuro na sua sucessão com excelência. Será mesmo? 
 
Parece que o discurso caiu por terra sexta-feira. Um dia terrível e de luto para os manauaras, após a primeira chuva forte que durou cerca de duas horas, para mostar a população que a hermenêutica e oratória do prefeito está completamente errada no que diz respeito a infraestrutura de drenagem na capital.
 
O sepulcro caíado se revelou literalmente com as mortes, prejuízos e desespero de uma população que acreditou e comprou uma “apólice de seguro fake” do seu mandatário. Uma cidade de utopia, com seu prefeito utópico e delirante, embriagado com números e com sua gestão de teoria, além de seu ego em sua Manaus de “Alice no País das Maravilhas”, sem perceber o abismo da sua administração de miopia. A fragilidade é tanta que a cidade não suportou poucas horas de chuva.
 
Manaus precisa urgentemente de um planejamento real e concreto para evitar perdas irreparáveis como aconteceu nesse último final de semana. A ordem e o pedido da população para o prefeito nas redes sociais e nas ruas da capital é: Menos discursos e mais ação!
 
 
Veja a Manaus que Arthur Neto nega.