
Amazonas- A denúncia que chegou ao portal O Abutre, vem do munícipio de Nhamundá, 325Km da capital amazonense, que trás a tona o cheiro de carniça vindo de um pregão presencial.
Em plena pandemia, a prefeita Marina Pandolfo (PSD), usando a desculpa que o material solicitado é para atender todo o corporativo administrativo da prefeitura, pretende gastar a bagatela de R$ 1,2 milhão em material escolar e de expediente.
Vale ressaltar que não há aula presencial no município devido as medidas de restrição adotadas por conta do covid-19.
Cheiro de carniça
As licitações para os pregões correspondem ao N° 010/2021 e N° 011/2021 ambos foram publicados no Diário Oficial da Associação Amazonense dos Municípios (AAM), nesta segunda-feira (5).
E para quem achava que o material seria de expediente, se enganou bonito, a empresa contratada pelo valor de R$ 608 mil referente a materiais escolares e expediente é a A C B Andrade Comércio de Produtos Alimentícios e indústria de Pescado, referente ao CNPJ 07.166.320/001-65.
A empresa é conhecido como Supermercado Beira Rio, que é voltado ao ramo de pescado e venda alimentícia, e não tem nada haver com material de expediente ou escolar.
Para complementar a tramoia, outra empresa foi contratada para também fornecer o material, e pasmem, ela também não tem nada haver com papelaria ou itens escolares.
A empresa comtemplada foi a B Feijó Goncalves referente ao CNPJ 29.285.448.444/0001-80, que se trata de uma empresa do ramo de ferramentaria.
Em breve pesquisa pela Receita Federal, a empresa corresponde pelo nome fantasia de “CONSTRUCON’, especializa na venda de ferramentas em geral.
Alô Ministério Publico, pedimos explicações e investigação para o caso que está acontecendo no município de Nhamundá, e que o povo não seja prejudicado com o ato da atual gestora.
Confira os documentos:




