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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Augusto Ferraz é acusado de mobilizar invasores de terras em Iranduba ; vídeos apontam ocupação em áreas públicas e privadas

O nome de Augusto Ferraz passou a circular nas redes sociais nesta semana após a divulgação de vídeos que mostram um movimento de ocupação de terras no município de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus.

Segundo as imagens compartilhadas, grupos estariam se concentrando em áreas estratégicas do município, incluindo a região da obra do aterro sanitário, a chamada “Cidade Universitária” e uma área de barreira nas proximidades da Ponte Rio Negro.

As denúncias apontam que o movimento teria sido articulado por Ferraz, com suposto apoio logístico de maquinário público municipal e de empresários do setor da construção civil. Entre os nomes citados está o empresário Gilson, conhecido como “Gilson da Constrói”, proprietário de loteamentos na região.

Também circulam acusações envolvendo o empresário em processos judiciais fora do estado, inclusive em Minas Gerais. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial sobre eventual condenação, sendo necessário respeitar o princípio constitucional da presunção de inocência.

As supostas invasões levantam questionamentos jurídicos relevantes. A incitação à invasão de propriedade pode configurar crime previsto no Código Penal, assim como eventuais atos de esbulho possessório e dano ao patrimônio público ou privado.

Diante da gravidade das denúncias, internautas pedem apuração por parte do Ministério Público do Estado do Amazonas, do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas e das forças policiais.