35.5 C
Manaus
sexta-feira, 31 de julho de 2026

VÍDEO: Givancir Oliveira quer nova greve dos rodoviários no início de agosto

O presidente do Sindicato dos Rodoviários Givancir Oliveira, utilizou as redes sociais da entidade nesta sexta-feira (31/07), para afirmar que se o salário dos trabalhadores atrasar no quinto dia útil do mês, haverá uma nova greve em Manaus. O aviso do presidente do sindicato se deu após um encontro com alguns trabalhadores na sede da entidade, onde afirmou que a categoria vai voltar a cruzar os braços se os salários dos trabalhadores atrasar novamente. “O recado é claro: se até o quinto dia útil do próximo mês o pagamento da categoria não cair, vamos parar tudo de novo. Chega de atraso, chega de descaso com quem move a cidade todos os dias”, declarou Givancir. O sindicalista ainda ironizou a Justiça do Amazonas, os empresários e Ministério Público do Amazonas (MP-AM), dizendo que já está avisando a todos que terá uma greve dos rodoviários, para evitar que o movimento seja tratado como algo inesperado. “Depois eles não podem dizer que o sindicato não avisou. Sempre dizem que fomos pegos de surpresa, que o sindicato é criminoso. Estamos avisando agora. Fica avisado o senhor prefeito, fica avisado o senhor governador, o Ministério Público e toda a sociedade de Manaus”, disse. Greve serve para chamar a atenção para sua imagem Aliado do ex-prefeito David Almeida (Avante), que vai concorrer ao Governo do Amazonas nas próximas eleições, Givancir Oliveira deve ser candidato ao cargo de deputado, já que seu irmão Jaildo Oliveira, mais conhecido como Jaildo dos Rodoviários (PV), enfrenta problemas na Justiça eleitoral. Em uma publicação nas redes sociais, Givancir Oliveira convocou os trabalhadores do sistema rodoviário de Manaus para a convenção do partido Avante, reacendendo o debate sobre a atuação política da entidade durante a recente paralisação do transporte coletivo. A postagem convidava os rodoviários para participar da convenção do Avante, legenda que tem o ex-prefeito de Manaus David Almeida como pré-candidato ao Governo do Amazonas. A divulgação gerou críticas de setores políticos e de usuários do transporte, que passaram a questionar se houve proximidade entre a mobilização sindical e interesses político-partidários.
Screenshot