
Às vésperas de concluir seu primeiro mandato no Senado Federal, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou ao centro do debate político no Amazonas após declarações feitas em março de 2025, durante um evento da Federação do Comércio do Estado do Amazonas (Fecomércio), em Manaus. Na ocasião, ao ser questionado sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM), o parlamentar afirmou que “não entende p*rra nenhuma de Zona Franca e de tributos”, acrescentando que confia em sua assessoria técnica para tratar do tema.
A fala causou repercussão por se referir ao principal modelo econômico do Amazonas, responsável por milhares de empregos diretos e indiretos e pela maior concentração industrial da Região Norte. Para empresários, pesquisadores e representantes do setor produtivo, a declaração levantou dúvidas sobre o nível de conhecimento de um dos representantes do Estado no Congresso Nacional sobre o maior ativo econômico da Amazônia.
Além da polêmica envolvendo a declaração, críticas divulgadas por diferentes setores apontam que o senador não destinou emendas parlamentares especificamente voltadas ao fortalecimento da Zona Franca de Manaus. Embora a legislação impeça o envio direto de recursos para empresas instaladas no Polo Industrial, especialistas destacam que há diversos caminhos legais para investir no fortalecimento do modelo econômico.
Entre eles estão recursos para pesquisa científica, inovação tecnológica, universidades públicas, institutos de pesquisa, infraestrutura logística, revitalização do Distrito Industrial, modernização portuária, mobilidade, bioeconomia e projetos ligados à Indústria 4.0.
Instituições como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Instituto Federal do Amazonas (IFAM) desenvolvem pesquisas diretamente relacionadas à competitividade do Polo Industrial de Manaus e frequentemente são apontadas como potenciais destinatárias de investimentos por meio de emendas parlamentares.
Segundo informações divulgadas na publicação que circula nas redes sociais, o único repasse citado na área de pesquisa científica foi de aproximadamente R$ 1,6 milhão para a Embrapa Amazônia Ocidental, destinado ao incentivo do setor primário, sem relação direta com projetos tecnológicos voltados ao Polo Industrial.
A repercussão reacendeu o debate sobre o papel dos parlamentares amazonenses na defesa da Zona Franca de Manaus. Críticos questionam quais investimentos foram destinados para fortalecer a competitividade do modelo econômico, quais iniciativas legislativas tiveram impacto direto sobre a indústria e quais ações concretas foram realizadas para ampliar investimentos em ciência, tecnologia e infraestrutura.
Também são levantadas perguntas sobre como o senador pretende ampliar sua atuação em defesa da Zona Franca diante dos desafios impostos pela reforma tributária, pela transformação digital da indústria e pela necessidade de diversificação da economia regional.
7 anos de vazio
Após aproximadamente sete anos de mandato, o equivalente a cerca de 2.556 dias, Plínio Valério não destinou emendas parlamentares específicas para ações de fortalecimento da Zona Franca de Manaus, segundo levantamento baseado na execução de emendas. O dado tem intensificado as críticas à atuação do senador em relação ao principal modelo econômico do Amazonas, especialmente diante de áreas que poderiam receber investimentos, como pesquisa científica, inovação tecnológica, infraestrutura logística e revitalização do Distrito Industrial.
Às vésperas de concluir seu primeiro mandato no Senado Federal, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou ao centro do debate político no Amazonas após declarações feitas em março de 2025, durante um evento da Federação do Comércio do Estado do Amazonas (Fecomércio), em Manaus. Na ocasião, ao ser questionado sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM), o parlamentar afirmou que “não entende p*rra nenhuma de Zona Franca e de tributos”, acrescentando que confia em sua assessoria técnica para tratar do tema.
A fala causou repercussão por se referir ao principal modelo econômico do Amazonas, responsável por milhares de empregos diretos e indiretos e pela maior concentração industrial da Região Norte. Para empresários, pesquisadores e representantes do setor produtivo, a declaração levantou dúvidas sobre o nível de conhecimento de um dos representantes do Estado no Congresso Nacional sobre o maior ativo econômico da Amazônia.
Além da polêmica envolvendo a declaração, críticas divulgadas por diferentes setores apontam que o senador não destinou emendas parlamentares especificamente voltadas ao fortalecimento da Zona Franca de Manaus. Embora a legislação impeça o envio direto de recursos para empresas instaladas no Polo Industrial, especialistas destacam que há diversos caminhos legais para investir no fortalecimento do modelo econômico.
Entre eles estão recursos para pesquisa científica, inovação tecnológica, universidades públicas, institutos de pesquisa, infraestrutura logística, revitalização do Distrito Industrial, modernização portuária, mobilidade, bioeconomia e projetos ligados à Indústria 4.0.
Instituições como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Instituto Federal do Amazonas (IFAM) desenvolvem pesquisas diretamente relacionadas à competitividade do Polo Industrial de Manaus e frequentemente são apontadas como potenciais destinatárias de investimentos por meio de emendas parlamentares.
Segundo informações divulgadas na publicação que circula nas redes sociais, o único repasse citado na área de pesquisa científica foi de aproximadamente R$ 1,6 milhão para a Embrapa Amazônia Ocidental, destinado ao incentivo do setor primário, sem relação direta com projetos tecnológicos voltados ao Polo Industrial.
A repercussão reacendeu o debate sobre o papel dos parlamentares amazonenses na defesa da Zona Franca de Manaus. Críticos questionam quais investimentos foram destinados para fortalecer a competitividade do modelo econômico, quais iniciativas legislativas tiveram impacto direto sobre a indústria e quais ações concretas foram realizadas para ampliar investimentos em ciência, tecnologia e infraestrutura.
Também são levantadas perguntas sobre como o senador pretende ampliar sua atuação em defesa da Zona Franca diante dos desafios impostos pela reforma tributária, pela transformação digital da indústria e pela necessidade de diversificação da economia regional.


