
Manaus- A corrida pelo Governo do Amazonas em 2026 começa a se consolidar nos bastidores com a presença de nomes já conhecidos do eleitorado e novas movimentações estratégicas. Embora as candidaturas só possam ser oficializadas nas convenções partidárias, lideranças intensificam agendas, ampliam alianças e medem força política em pesquisas internas.
Entre os nomes mais citados está o senador Omar Aziz (PSD), que aparece com frequência em levantamentos de intenção de voto divulgados desde o fim de 2025. Com trajetória consolidada no Executivo estadual e no Senado, Aziz surge como um dos protagonistas naturais da disputa.
No campo da direita, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL) também é apontado como possível candidato. Com base eleitoral fiel e forte presença digital, seu nome é visto como fator que pode intensificar a polarização no estado.
Outro nome que circula com força é o do vice-governador Tadeu de Souza (Avante), que tem ampliado participação em agendas institucionais e eventos estratégicos no interior, movimento interpretado por analistas como posicionamento visando 2026.
O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), também aparece como peça central no tabuleiro político. Apesar de estar à frente da capital, seu nome é frequentemente mencionado em análises sobre sucessão estadual, seja como possível candidato direto ao governo ou como articulador de um projeto político mais amplo envolvendo aliados.
Outra liderança que começa a ser citada nos bastidores é Maria do Carmo Seffair, empresária que tem ampliado visibilidade política e participação em debates públicos. Seu nome é lembrado como possível novidade no cenário eleitoral, podendo representar um discurso alternativo dentro da disputa.
A eleição de 2026 será estratégica para o Amazonas diante de desafios estruturais como desenvolvimento econômico, preservação ambiental, infraestrutura, geração de emprego e segurança pública. A formação de alianças partidárias, a definição de chapas majoritárias e o posicionamento das lideranças municipais serão determinantes para consolidar candidaturas competitivas.
Até a oficialização das chapas, o cenário permanece aberto, com possibilidade de novas articulações, desistências e rearranjos que podem alterar o equilíbrio atual da corrida pelo comando do Estado.


